sábado, 19 de junho de 2010

W. Rowan Hamilton

A História


Nascido no ano de1805 em Dublin, Irlanda, filho de um advogado, que o pôs para a adoção, que não possuía uma educação universitária, julgou o seu brilhantismo como herança genética de sua mulher, no caso mãe de Hamilton e com apenas três anos de idade foi morar com seu tio, no qual se tornou responsável pelos seus estudos universitários posteriormente.


Ainda cedo, Hamilton aprendera várias línguas sem demonstrar o mínimo de esforço, com cinco anos começou a aprender latim e grego, com sete já dominava o inglês. Devido ao seu tio ser um lingüista, Hamilton aprendeu cerca de quinze línguas diferentes aos trezes anos de idade. Lia livros árabes e persas apenas como diversão.


Os seus talentos naturais para a ciência apareceram muito precocemente, cerca dos dez anos de idade, enquanto exercitava latim lendo uma cópia de Euclides e sua introdução a geometria e aos treze começou a estudar matemática com Álgebra de Clairaut.


Aos dezoito anos, Hamilton entrou para o Trinity College em Dublin e juntou-se na escola de matemáticos, nos qual estava associado com o colégio que freqüentava, estudando clássicos e ciência. Em 1827 foi nomeado professor de Astronomia.


Ele manteve os seus estudos ante um pouco antes de sua morte. Dedicou seis anos de sua vida trabalhando nos “Elementos dos Quatérnions”, no qual finalizou poucos dias antes de morrer. Hamilton foi um dos maiores cientistas que já existiu e apesar dos anos, o seu trabalho está ficando cada vez mais conhecido.


Os Quatérnions


Em 16 de outubro de 1843, William Rowan Hamilton descobriu os números denominados Quatérnions. Por muitos anos, ele estava tentando achar uma maneira satisfatória de multiplicar três pontos dimensionais, de modo a permitir a divisão. A resposta foi atingida quando a idéia de utilizar quatro dimensões em vez de três veio em sua mente enquanto caminhava com sua esposa pelo Canal Real.


Algumas semana mais tarde de 1843, Hamilton apresentou à Academia, o termo quatérnion, que foi utilizado para expressar certa expressão quadrinomial, dos quais uma parte foi denominada de parte real, enquanto as três outras partes faziam junto um trinômio, que foi chamado de parte imaginária do quatérnion. O quadrado da parte formada sempre positiva, mas o quadrado da ultima parte, ou tripé, sendo sempre negativa.

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